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Greve CPTM linhas 11, 12 e 13: o que muda hoje

ResumoA greve da CPTM nas linhas 11, 12 e 13 começa à meia-noite desta segunda-feira (3), após aprovação em assembleia. A paralisação afeta diretamente o trajeto entre a zona leste, o ABC e o centro de São Paulo, com operação parcial ou suspensa. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial, melhores condições de trabalho e segurança nas estações.

Assembleia da CPTM aprova greve nas linhas 11, 12 e 13 a partir da meia-noite desta segunda-feira (3). Entenda os pleitos dos trabalhadores e o impacto na sua rotina.

Bruno Tavares Bruno Tavares · Especialista em automação e CRM
· · 4 min de leitura
Greve CPTM linhas 11, 12 e 13: o que muda hoje
Foto: Imagem ilustrativa · PosUp

Assembleia da CPTM aprova greve nas linhas 11, 12 e 13 a partir da meia-noite desta segunda-feira (3). Entenda os pleitos dos trabalhadores e o impacto na sua rotina.

Trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 da CPTM entram em greve

Se você depende da CPTM para ir ao trabalho, prepare-se: a partir da meia-noite desta segunda-feira (3), as linhas 11, 12 e 13 operam com greve. A decisão saiu de uma assembleia dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que aprovou a paralisação após o impasse na negociação com o governo estadual. Neste texto, explico o que está em jogo, quais linhas são afetadas e como isso muda o seu dia a dia.

O que é a greve nas linhas 11, 12 e 13 da CPTM?

A greve atinge especificamente as linhas 11 (Coral), 12 (Safira) e 13 (Jade) da CPTM. O movimento foi aprovado em assembleia dos trabalhadores, filiados ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil. A paralisação começa à meia-zero desta segunda-feira (3) e não afeta as demais linhas de trem do estado de São Paulo.

Por que os trabalhadores estão em greve?

O centro da reivindicação é a revisão do processo de privatização das linhas. A concessão foi concluída em julho, mas foi temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a operação. O grupo grevista considera o processo pouco transparente e lesivo aos interesses dos paulistas e dos próprios trabalhadores.

Entre os pleitos principais estão:

  • Garantia de emprego para 4 mil trabalhadores que atuam nas linhas concedidas.
  • Cancelamento da privatização, que os trabalhadores veem como uma ameaça à qualidade do serviço e aos postos de trabalho.

O que diz o governo estadual?

O governador Tarcísio de Freitas defende a concessão como essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana. Para ele, o modelo serve de referência para futuras concessões em outros serviços públicos. Essa visão contrasta com a dos grevistas, que pedem a suspensão definitiva do processo.

Como a greve afeta você na prática?

Se você usa as linhas 11, 12 ou 13, o impacto é imediato: menos trens circulando, estações mais cheias e atrasos em cadeia. Quem depende dessas linhas para chegar ao centro de São Paulo ou ao aeroporto de Guarulhos (linha 13) precisa de plano B. As demais linhas, como 7, 8 e 9, seguem operando normalmente, mas tendem a receber mais passageiros.

O que fazer durante a greve?

  • Antecipe a saída de casa: a superlotação nas estações deve ser maior nos horários de pico.
  • Considere alternativas: ônibus, metrô ou carona compartilhada podem reduzir o impacto.
  • Acompanhe os comunicados oficiais: a CPTM e o sindicato costumam divulgar atualizações sobre a operação.

O histórico da privatização das linhas 11, 12 e 13

A concessão das linhas foi concluída em julho, após um processo que os trabalhadores contestam. A empresa Trívia assumiu a operação, mas um incêndio na primeira semana de atividades levou à suspensão temporária. Esse episódio reforçou a desconfiança do grupo grevista, que já havia aprovado a mobilização há duas semanas, quando estabeleceu um prazo para negociação com o governo estadual.

O prazo expirou sem acordo, e a greve foi deflagrada. A paralisação é uma forma de pressionar o governo a rever a decisão, mas também um alerta sobre os riscos da privatização para os usuários.

O que esperar nos próximos dias?

A greve deve seguir até que haja uma nova rodada de negociação. Os trabalhadores querem garantias concretas sobre os empregos e a transparência do processo. O governo, por sua vez, mantém a posição de que a concessão é necessária para modernizar o serviço. Enquanto isso, quem depende das linhas 11, 12 e 13 precisa se organizar.

Se você está pensando em como minimizar o transtorno, vale revisar sua rota e horários. Em paralelo, é importante acompanhar as notícias: qualquer avanço na negociação pode mudar o cenário rapidamente.

Perguntas Frequentes

A greve afeta todas as linhas da CPTM?

Não. A paralisação atinge apenas as linhas 11, 12 e 13. As demais linhas de trem paulistas operam normalmente.

Quando a greve começa?

A greve começa à meia-noite desta segunda-feira (3), após aprovação em assembleia dos trabalhadores.

Qual é o principal motivo da greve?

Os trabalhadores reivindicam a revisão da privatização das linhas e a garantia de emprego para 4 mil funcionários. Eles consideram o processo pouco transparente e lesivo aos interesses públicos.

A empresa Trívia é a responsável pela operação?

Sim, a Trívia assumiu a concessão das linhas, mas a operação foi temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades.

O que o governo estadual diz sobre a privatização?

O governador Tarcísio de Freitas defende a concessão como essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana, e a vê como modelo para futuras concessões.

como usar transporte alternativo em dias de greve direitos do trabalhador em caso de atraso por greve entenda o processo de privatização de serviços públicos em SP

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Bruno Tavares

Bruno Tavares

Especialista em automação e CRM

Liga ferramenta com ferramenta pra empresa parar de fazer na unha. Fala de CRM, fluxo e o processo que escala sem caos.

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