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PF faz operação contra desvios de emendas parlamentares

ResumoA Polícia Federal deflagrou a Operação Make Up em 10 de abril, cumprindo 49 mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF em quatro estados e no Distrito Federal. A investigação apura desvios de recursos de emendas parlamentares repassados a uma empresa privada, conforme informou a corporação.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10) a Operação Make Up, com 49 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF em quatro estados e no DF, para apurar desvios de recursos de emendas parlamentares repassados a empresa privada.

Patrícia Lemos Patrícia Lemos · Especialista em dados e analytics
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PF faz operação contra desvios de emendas parlamentares
Foto: Imagem ilustrativa · PosUp

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10) a Operação Make Up, com 49 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF em quatro estados e no DF, para apurar desvios de recursos de emendas parlamentares repassados a empresa privada.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Make Up, para apurar desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares repassadas a empresa privada. Foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) 49 mandados de busca e apreensão, cumpridos em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal.

A resposta direta, em quatro pontos:

  • Operação: Make Up, deflagrada nesta quinta-feira (10).
  • Mandados: 49, expedidos pelo STF.
  • Territórios: São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal.
  • Suspeita: desvio de recursos de emendas parlamentares repassados a empresa privada.

Segundo a PF, as investigações feitas até o momento apontam a existência de organização criminosa que usou recursos públicos de maneira irregular e sem prestação de contas. As irregularidades ocorreram até o mês de julho deste ano. De acordo com as autoridades, os desvios são da ordem de centenas de milhões de reais.

A PF investiga a existência de crimes como peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios. A operação ocorre em paralelo a outras frentes da corporação, como a que mira grupo suspeito de desviar encomendas postais e a ação contra apologia ao nazismo no interior do Rio de Janeiro operações da PF em 2026.

Aqui, o dado que importa não é o volume de mandados, mas o que ele permite decidir. Quem acompanha repasses públicos sabe que a pergunta útil é sempre a mesma: existe prestação de contas? Quando a resposta é não, o rastro do dinheiro vira objeto de investigação, e não de gestão.

Para gestores que trabalham com recursos de emenda, o recado é operacional. Rastreabilidade não é burocracia: é o que separa repasse regular de passivo jurídico. Sem trilha documental, nenhum painel de acompanhamento resolve como estruturar prestação de contas de recursos públicos.

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